Os desamores de Clarice Falcão em “Problema Meu”

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Adoro a proposta de “canções de desamor” – como gosto de chamar – de Clarice Falcão. As músicas tem, em sua maioria, temas de fossa e dor de cotovelo… só que com um clima muito alto astral e que te faz rir. “Problema meu”, seu novo CD, é um alívio cômico para suas ouvintes que protagonizaram (certeza!) essas histórias cotidianas como: esperar por alguém que nunca ligou (como na ótima “Vinheta”), não saber como terminar um relacionamento (situação comicamente narrada em “Como Vou Dizer Que Acabou”), rivalidade com outras mulheres (como em “Vagabunda” e “Deve Ter Sido Eu”) e até se ver com alguém por carência (“Escolhi Você”), dentre outras coisas.

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Ouço e lembro de cara de filmes como “(500) Dias com Ela“, cuja proposta é uma história de não-amor. O público é advertido de cara: AMIGUE, VOCÊ NÃO VAI ASSISTIR ALGO FOFINHO. Problema Meu começa com a ótima faixa “Irônico”, que já vai dizendo que o amor pelo rapaz não era verdadeiro. Trechos como “Eu gosto de você como quem gosta de alguém que já saiu do BBB” são ditos em um ritmo carnavalesco. A propósito, Clarice manda bem demais na musicalidade desse trabalho.

Ela encerra com uma música que leva seu nome, “Clarice”, um tapinha de luva de boxe nos críticos preciosistas de plantão da nova MPB que acham que o trabalho da moça é raso.

Sem mais blablabla, você pode ouvir o disco todinho no Spotify! Clica aqui!

Se você não usa Spotify (de besta!), corre aqui que já fizeram playlist com todas no Youtube!

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Vamos a um TOP5?

5: Marta (sobre ligações erradas que recebemos para alguém com telefone parecido com o nosso!)
4: Deve Ter sido Eu (muito boa e engraçada!)
3: Irônico (não à toa foi o single que ela lançou do trabalho. Bem boa!)
2. Banho de Piscina (achei fantástico a musicalidade meio brega-cabaret para falar sobre traição – quase uma ode a Reginaldo Rossi, hahaha)
1. Como Dizer Que Acabou (ri demais… somente!)

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Os 5 maiores clichês dos filmes de terror

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Deixo livros pela metade sem remorso, mas isso dificilmente acontece com filmes. Tão somente porque não acho que, por pior que seja o longa, me fará tão mal assim perder duas horas de vida para assisti-lo. Acontece que isto me ocorreu na noite de ontem, quando fui ao cinema com minha prima. Fomos para ver “Sniper Americano”, cuja pronúncia foi cuidadosamente corrigida pelo atendente da bilheteria: “Snáiper Americano, moça?”. A última sessão seria bem tarde e acabamos decidindo pelo próximo filme, que era “A Casa dos Mortos“.

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