Os 5 maiores clichês dos filmes de terror

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Deixo livros pela metade sem remorso, mas isso dificilmente acontece com filmes. Tão somente porque não acho que, por pior que seja o longa, me fará tão mal assim perder duas horas de vida para assisti-lo. Acontece que isto me ocorreu na noite de ontem, quando fui ao cinema com minha prima. Fomos para ver “Sniper Americano”, cuja pronúncia foi cuidadosamente corrigida pelo atendente da bilheteria: “Snáiper Americano, moça?”. A última sessão seria bem tarde e acabamos decidindo pelo próximo filme, que era “A Casa dos Mortos“.

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10 coisas sobre Buenos Aires que constatei ou desmistifiquei na prática

Ouvi e li muita coisa sobre Buenos Aires antes de ir e, após minha estada de 12 dias na cidade, tenho total autoridade máxima outorgada pelos próprios portenhos para dissertar acerca dessas fatos. Com vocês, 10 coisas que dizem por aí e a verdade sobre todas elas!

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1) É perigoso pegar táxi sem a placa de rádio táxi.

Depende. Cara, você pode até priorizar os que tenham, mas na verdade não há treta em pegar um sem a placa. Todos os carros trazem na parte traseira do banco do motorista os dados e registro dele. Não dei azar de receber troco de nota falsa nem ser enganada por taxista, mas a recomendação é clara: se possível, pague com notas trocadas (de 50, 20 e 10 pesos), porque estas não são falsificadas e você não corre risco de o taxista dizer que você deu nota falsa sem ter dado. Já com as de 100 isso pode acontecer, mas não fica nessa paranoia! haha

>> Curtindo o ócio em Baires: o que o turista com tempo de sobra pode fazer

2) É uma cidade boa para andar.

Verdade demais! A cidade é plana, bonita demais e dá vontade de parar em toda esquina. A cada rua é uma descoberta e até se perder é uma delícia. Vai andando na fé sem medo de ser feliz e na volta toma um táxi pra voltar que dá baratinho. Ou bus/metrô se você for roots que nem eu!

3) Buenos Aires não compensa mais para compras.

Depende. Não fui a outlets de grandes marcas, mas vi lojas com preços bem parecidos com o Brasil e outras que vendiam peças bem baratas. Todomoda e Falabella são lojas que tem em quase todo quarteirão (falo sério!) e tem boas opções de presente pra você e pros outros! hihi

>> Veja minhas fotos da viagem no instagram na tag #fêembaires

4) É perigoso não trocar moeda no câmbio oficial.

Depende, mas é de boas. Imaginei, pelo que falavam, que o câmbio na Calle (rua) Florida era meio sinistrão, em lugares obscuros e tal. Nem é, tá? Tem umas figuras meio exóticas sim, mas outras com aparência confiável e aí vai do seu feeling. A troca é feita em uma das galerias da própria rua, nada sinistro. Fiz meu câmbio com o Lucas da Baires Tur, recomendo demais, fala com o rapaz aqui. Dica: ele também vai te ajudar a escolher shows de tango que combinem mais com seu estilo, mostrar opções de passeio e city tour e etc.

Por falar na Calle Florida, a propósito, não vai ter maluco batendo sua carteira assim na louca não. Isso rola sim, mas com brasileiro desatento. Nem fique na paranóia de dinheiro dentro do sutiã e nem fique desligado deixando o celular na mesa. E isso vale pra qual-quer-lu-gar-do-mun-do, dale?

5) Em Buenos Aires se come bem pagando pouco.

Verdade. Óooobvio que tem os lugares pega-turista, mas no geral você pede bons vinhos, boas carnes e boas comidas com um preço bem bueno (considerando uma cotação média de R$1 = $4,5).

>> Leia meu post: “Comendo em Buenos Aires: o que o turista brasileiro vai encontrar”

6) O atendimento dos bares e restaurantes é ruim.

Mentira, só é diferente. As coisas funcionam mais lentamente e de um jeito diferente do brasileiro (ô comandante, capitão, tio, brother, camarada, chefia, valentão, desce mais uma rodada), mas no geral os garçons são educados e alguns até sorriem pra gente, haha. O que não pode é ir esperando encontrar em OUTRO PAÍS o atendimento do bar da esquina da sua casa, que você chega falando alto, chamando o dono do lugar de “viado” e botando o pé na mesa, né?

7) Argentinos não acham brasileiras bonitas.

Mentira demais. De fato as argentinas são magras e nós brasileiras fugimos desse padrão. Sempre ouvia que as brasileiras não faziam sucesso entre os argentinos, e isso é mentira das mais graves. Até mesmo por experiências que ouvi no hostel de outras brasileiras, vi que é muito pelo contrário…

8) R$ 150 por dia é suficiente pra ficar lá super de boas.

Depende, viu? Até dá pra ser se você der uma economizada legal, andar só de ônibus, fazer somente uma ou outra refeição mais bacaninha. Recomendo no mínimo uns R$ 200 pra você ficar mais sossegado. Isso porque fui sozinha, néan? Se tu viaja a dois, por exemplo, despesas de transporte e comida podem ser rachadas e acaba saindo mais em conta.

9) O alfajor Havanna não é o melhor.

Verdade. Sem dúvida nenhuma o Jorgito ganha em disparada e é bem mais barato: custa de 6 a 7 pesos contra 15 pesos do Havanna. É gostoso o Havanna? Sí, pero tiene más marketing que todo.

10) A cidade vai te apaixonar.

Mais verdade impossível. E se tu não gostar é por uma das 3 razões:

a) porque é do tipo de brasileiro chatão que só vai pra comprar na Calle Florida;
b) intriga besta por algum motivo do futebol que você nem sabe o que é;
c) porque só foi ao Señor Tango e ao Siga La Vaca.;

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10 coisas que a corrida me ensinou

Por: Fernanda Paiva

1) Seu maior rival é você mesmo.
Em uma prova, a esmagadora maioria não está ali para subir no pódio, mas para escalar um novo recorde pessoal. Vencer a Fernanda do último treino ou da última prova me ensina que ser uma Fernanda melhor como pessoa requer esforço e dedicação – mas que é possível!

2) Não subestime o primeiro passo.
Eu não corria a distância entre dois postes e hoje me preparo para uma meia maratona. Hoje vejo a importância daquele início: se não fosse ele eu não estaria vivendo tudo isso hoje.

3) Aproveite o caminho.
Correndo a gente aprende a apreciar a vista bonita do percurso. Na corrida pelos seus objetivos, não deixe de apreciar o caminho e,  sobretudo, aprender com ele.

4) Foque no sonho, não na dor.
Seja qual for seu objetivo, o caminho pode ser doloroso. Na corrida, a dor é física. Se não correr com a cabeça, não chega lá. A dor pode ser no coração, na alma, na família, no bolso. Mas tem que passar por isso!

5) Valorize pequenas conquistas.
Na corrida a gente aprende que baixar 1 minuto no tempo é muita coisa e vibramos com isso. Não podemos comemorar somente os pódios da vida!

6) Se conheça.
Entenda e respeite seus limites. Correndo você aprende a identificar se é cansaço superável ou fadiga que necessita de pausa. Na vida, dedique um tempo a entender a se mesmo. Questione a todo tempo suas motivações, escolhas e decisões: elas dizem muito sobre você.

7) Não pare: você pode ser a inspiração de alguém.
Quando passei por um período de desânimo, recebia mensagens que me pediam para prosseguir, pois com meu exemplo e dedicação estava motivando muita gente. Em tudo na vida, sempre tem alguém te admirando, observando, se espelhando em você. Pense neles antes de desistir ou chutar o balde.

8) Busque desafios novos e maiores.
A vida tem suas fases e etapas, assim como a corrida. Chega uma hora que queremos aumentar distância, alcançar um tempo x, correr uma prova tal. Saia da zona de conforto e da acomodação!

9) Disciplina é o segredo.
Para os estudos, para relacionamentos, para seu emprego e para a corrida. Todo esporte acaba ensinando muito o lance da disciplina, renúncia e foco no resultado. Leve isso para a vida!

10) A linha de chegada é o começo.
Ao cruzar a linha de chegada percebemos, após a festa, onde podemos melhorar e que ainda temos um longo caminho. Quando pensar que alcançou, lembre que é apenas o começo de um novo e mais emocionante desafio!

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10 razões para ~AMAR~ Tartarugas Ninja (2014)

Muita gente falando que Tartarugas Ninja (EUA/2014) é um filme ruim, digno de cerca de todas as estatuetas do Framboesa de Ouro (CHUPA, ADAM SANDLER!) e tudo mais. Só que na verdade, não tem como não amar este filme. De verdade. Assista e confirme comigo depois: você vai demorar a dormir pensando nele… vai ser o assunto principal de suas rodas de amigos durante dias… Neste post exclusivo, explico porque é um filme digno de todo o seu amor <3. Então, com vocês,

10 RAZÕES PARA AMAR TARTARUGAS NINJAS

1) A repórter que dá a vida por um furo
Família, vida, amigos, sonhos, projetos, nada importa para a nossa April O’Neil (Megan Fox). Nossa protagonista (?) topa tudo para ser um sucesso jornalístico – de ser demitida do jornal onde trabalha até correr risco de morte.

2) Roteiro com coincidências absurdas
Quer você chame de destino ou predestinação, a explicação ~principal~ (se é que há algo principal nesse filme) se encaixa de uma maneira absurda, inacreditável, impossível, inimaginável e incoerente. Não bastasse isso, o filme força nas cenas de explicação com flashback, ignorando qualquer possibilidade de vida inteligente no público.

O mais inacreditável futebol clube deste ponto é que não foi um roteirista para o filme. Não foram dois. FORAM TRÊS GÊNIOS os irresponsáveis por este absurdo cinematográfico.

3) Um filme com a Delores Van Cartier
No matter quantos filmes a Whoopy Goldberg faça, para mim ela será sempre a freira do Mudança de Hábito (1992/1993). Até gosto da atriz e gostei muito da forma como a usaram neste filme: duas aparições em um papel altamente dispensável. Isso é que é filme rico do orçamento folgado. E olha, foi tão difícil achar uma foto dela neste filme que tive que pegar de outro:

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4) Vilão bosta
Ao menos no filme, o vilão é um bundão. Não dá medo, não tem propósito, não é assustador, fica fazendo cosplay de Homem de Ferro com a armadura indestrutível, mas é menos apavorante que o Malvado. Uma escolha de respeito ao público de crianças.

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5) Diálogos e lições de moral batidaços
Para que inovar em tiradinhas legais e diálogos empolgantes se o roteirista pode apostar em todas as fórmulas prontas e manjadas de perguntas e respostas do cinema? Mercado de entretenimento é um risco. O trio parada dura de roteiristas achou melhor não arriscar.

6) Filme sem ritmo empolgante
Em respeito aos cardíacos, diretor + roteiristas optam por fazer um filme de ação e super heróis sem fortes emoções no roteiro, sem clímax, sem plot point, sem graça.

7) Personagens chatos e não convincentes

A construção dos personagens foi algo tipo assim:

Roteirista 1: Cara, o filme deu o maior trabalhão, to cansadaço
Roteirista 2: Ainda falta a construção dos personagens cara
Roteirista 3: Affsss
Todos juntos: Já sei, vamo botar pro estagiário novato ali fazer

Resultado disso é um monte de gente aleatória, sem muitas razões de estar ali e com personalidade e motivações que a gente não entende nada. Para que se aprofundar tanto, né? Bota a turma descendo esgoto e neve abaixo com umas piadas de terceira série que fica tudo certo.

8) Clã do Pé WTF
O filme começa com um lance de uma trupe de mercenários que parece ser o inimigo mor da trama e a razão principal de todos os fights. Até aí tuuuuuudo bem, até que esse povo some e fica por isso mesmo.

Moça, seu nome é engraçado rsrsrsssss

9) Roteiro Queijo Suíço
Saí do cinema convencida de que não tem como não amar os roteiristas desse filme. Os caras ganharam uma grana hollywoodiana para trollar todo mundo com o roteiro mais bosta de 2014: nada faz sentido, nada se explica e tem mais furos que um queijo suíço. Uma delícia. Mas sem problema, o que vale é o Michael Bay colocando explosões e cenas de ação sem fundamento que vende ingresso.

10) Final Esquecível
Nessa geração de informações que vão e vem rapidamente, nada mais apropriado do que um final tão esquecível quanto aquela sua senha de espera do prato no restaurante de ontem. Parabéns… só que não.

De 0 a 10 Megan Fox chateadas com sua personagem que nem gostosona conseguiu ser, a nota do Fernandices para esta pérola cinematográfica de 2014 é:

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10 coisas para fazer pela primeira vez antes dos 30

Tenho pensado muito sobre voltar a fazer coisas pela primeira vez. A gente faz tudo todo dia tão sempre igual, né?

Daí que tá chegando meu aniversário e sempre que alguém muda um dígito nos vinte e poucos só consegue pensar em uma coisa: a chegada dos famigerados 30 anos. E como eu adoro um prazo e uma meta pra bater, resolvi usar essa idade emblemática na vida de um jovem para planejar 10 coisas para fazer pela primeira vez antes de virar uma trintona (enxutíssima, claro).

Confesso que deu preguiça e fui procurar na Internet algo pronto com as aspirações e anseios alheios, mas só achei listas bizarras com itens como “pular de pára-quedas”, “conquistar um amor da infância”, “fazer um mochilão pela Europa dormindo em bancos de praça e se alimentando de Mc Donalds” e etc. Fiquei com preguiçzzzzzzzz disso tudo e resolvi fazer uma lista com a minha cara. Segue:

1) Viajar para o interior para fazer fotos de sertanejos e registrar suas histórias incríveis;

 

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2)  Subir no palco de um bar com música ao vivo, pedir o microfone e cantar alguma baladinha romântica de Paul McCartney dos anos 80;

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3) Falar e compreender francês em ótimo nível;

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4) Entender de vinhos em um nível razoável – que me permita, ao menos, escolher o título certo para um determinado prato;

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5) Fazer uma gentileza anônima a um grande número de pessoas aleatórias e desconhecidas, como espalhar chocolates em vários pontos da cidade com bilhetes grampeados trazendo a frase “para você, que é muito especial”;

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6) Dançar tango;

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7) Fazer uma viagem de aventura com amigos – e isso inclui mergulho, rapel e essas outras coisas perigosas. Sem salto de pára-quedas, importante ressaltar;

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8) Correr uma maratona;

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9) Ver o sol nascer em um lugar em que nunca estive ouvindo as músicas de alguma rádio local e bebendo um Chandom;

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10) Andar de roda gigante. Sim, para mim este é um desafio equivalente a pular de para-quedas.

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10 lições que a vida saudável me ensinou para a vida toda

1) Se você não fizer algo diferente de tudo que já fez, alcançará os mesmos resultados de sempre.
Foi no dia que tomei decisões que nunca esperava tomar (procurar nutricionista e treinamento pessoal, cortar de vez certos alimentos, pesquisar sobre nutrição e treinos) que comecei a ver as coisas acontecendo. Se você continua se dedicando a algo da forma que vem fazendo, não alcançará novos resultados. Tente algo diferente.

2) Às vezes, uma escapadinha desencadeia uma série de quedas que podem colocar muito (ou tudo) a perder.
A “fugidinha”, por si só, parece boba. Mas ela pode acarretar outra, e mais outra… até que você começa a desanimar, se achar fraco e incapaz. E isso, muitas vezes, nos faz recuar para o ponto de partida. Ou nunca mais recomeçar. Cuidado com as exceções, o “só uma vezinha” e o “mas ninguém vai saber”.

3) Para cada crítica que você recebe, há uma dúzia de pessoas admirando seu esforço.
As críticas são muitas, de todos os lados: em casa, na faculdade, grupo de amigos. Ninguém entende porque você quer “emagrecer mais”, afinal, “já está bom!”… No fundo, acredite: há uma profunda admiração por seu esforço. E, além disso, várias pessoas que vibram com sua alegria e suas conquistas. Na vida, foque no otimismo sempre!

4) Não basta obedecer regras: é preciso entender porque é necessário e importante cumpri-las.
Não é só cumprir uma dieta e obedecer uma ficha de treino. Quanto a isso, sou a chata: pergunto porque preciso comer tal alimento e para que serve este e aquele exercício ao instrutor. Não adianta seguir regras, normas, dogmas e protocolos se você não internalizou o conceito e a importância deles.

5) Seu maior inimigo é você mesmo.
Não culpe o namorado, a vizinha ou sua mãe. Não culpe o cosmos, a genética ou o destino. O seu maior inimigo é aquele que você enfrenta quando olha no espelho. São as SUAS vontades que tem que ser dribladas, SEUS medos tem que ser vencidos. Afinal, os objetivos são SEUS.

6) A motivação é importante para levantar da cama, mas é a disciplina que nos faz caminhar e seguir em frente.
A empolgação e a motivação nos fazem decidir emagrecer e fazer uma matrícula na academia. Mas só a DISCIPLINA nos faz não perder nem um diazinho sequer. É como um namoro: quando a paixão acaba e o amor, sereno, toma seu lugar, é necessário empenho, dedicação e auto renúncia para o barco não afundar.

7) O que vem rápido, vai rápido; e o que é conquistado com suor permanece por mais tempo.
Dietas milagrosas e remédios até fazem você secar 10kg em 10 dias… mas há um sério risco de que esses resultados não durem mais do que o tempo que você vai levar até a doceria mais próxima… Não foque apenas no OBJETIVO! Aprenda a valorizar e curtir o caminho que te leva até ele! É ESTE CAMINHO de luta, alegrias e tristezas que vai te ensinar muito e te fazer amadurecer.

8) A guerra demora a ser vencida, mas diariamente fazemos pequenas conquistas.
O corpo ideal demora? Sim. Coisa de meses, anos (dependendo do objetivo). Mas diariamente vestimos uma calça que ficou mais folgada, notamos que estamos mais fortes e pegamos um peso que semana passada não conseguíamos. Valorize estas pequenas vitórias! A soma delas é que te levarão onde queres chegar.

9) Motivação é algo bem pessoal: procure a sua.
“Mas que bobagem comprar roupas de academia!” Cara, eu curto treinar com uma roupa bonitinha. Para que? Para mim! Obviamente este é apenas um dos pontos que me fazem estar motivada… o importante é descobrir os seus e apostar neles! Uma boa seleção de músicas? Um quadro de fotos com sua evolução? Postar fotos na internet? Fazer parte de um grupo no Facebook? Vá em frente!

10) Nunca desista: você pode ser a inspiração de alguém.
Esta é a mais importante: quando cogitar desistir, SAIBA que pessoas (até as que você menos espera) estão se motivando e se inspirando com seu exemplo de vida. Sua família, seu casamento, seu empenho profissional, etc: tudo isso está sendo observado e admirado por pessoas. =]

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