John, Paul, George e Ringo free no iTunes

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Com o objetivo de divulgar os discos da carreira solo dos ex integrantes do Fab Four que foram masterizados para a plataforma, o iTunes disponibilizou no último dia 23 de setembro o EP intitulado “4: John Paul George Ringo” para download gratuito – por tempo limitado.

Abaixo, as músicas escolhidas para cada ex Beatle, seu álbum de origem e uma singela opinião da que vos escreve. Ah, tem videozinho de cada uma só pra dar o clima:

JOHN – “Love”
Disco: John Lennon/Plastic Ono Band (1970)

É a música que abre o disco. Baladinha meiga, piano suave, letra simples. O amor é simples e a escolha parece representar bem o rumo que John tomou após o fim dos Beatles nos anos 70. Eu, particularmente, não sou uma fã da carreira solo do rapaz, mas acho essa música fofa. :)

PAUL – “Call Me Back Again”
Disco: Venus and Mars (1975)

Uma escolha sensacional da fase de Paul pós-Beatles que acho que é minha preferida: os Wings. Adoro os vocais, as guitarras, os metais e a energia super boa dessa música. Curti muito a escolha!

GEORGE – “Let It Down
Disco: All Things Must Pass (1970)

Momento vinho e jantar a dois com essa música bem boa do George. “While you look so sweetly and divine, I can feel you here / I see your eyes are busy kissing mine...”. Ai, ai.

RINGO – Walk With You
Disco: Y Not (2010)

Ringo é, de todos os ex Beatles, o músico de carreira solo que menos me chama atenção. Ainda assim, fez boas músicas como esta escolhida para o EP, que eu nem conhecia e achei bem simpática.

As músicas masterizadas ficaram bem boas. Muuuuito obrigada, tia Apple, pelo presentinho.

iTuneiros, não percam a oportunidade, tá?

 

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NEW – Paul McCartney (2013)

Demorei a ouvir “New”, o disco lançado pelo bochechudo mais amado de Liverpool em outubro deste ano. Resisti até o último minuto e não dei o play nem na música que dá nome ao álbum, cujo link foi mais compartilhado do que a performance de Lucy Alves no The Voice (ok, exagero… essa aí é imbatível nas timelines).

Me recusei, inclusive, a ler qualquer crítica antes desse momento – inclusive ainda não li, a fim de não ser em nada influenciada pela opinião profissional de quem manja demais. Tudo isso porque eu queria dar uma pausa na correria, deitar na minha cama munida de chocolates e ouvir a sequência das 12 músicas que compõem a obra.

Agora que o download do iTunes foi concluído, vou ouvir uma de cada vez e postar o que senti e experimentei em todas elas – prometo me esforçar para não deixar o lado fã falar tão alto…

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1) Save us

Puxa vida! É esse o Paul que há pouco lançou o jazzístico “Kisses in a Bottom”? As primeiras batidas da música já parecem querer falar para a gente é o disco de um novo Paul – embora o mesmo de sempre, com essa declaração apaixonada à mulher amada que é uma coisa!

2) Alligator

Primeira coisa sobre essa música: ela dá vontade de dançar. Segunda coisa: Paul, já pode me dar seu jacaré! Conversa sem futuro e “not too deep” é comigo mesmo! \o/ PS: é a música do disco feita para matar saudades dos Beatles, né? <3

3) On My Way to Work

Bonita, boa de ouvir! Gosto da simplicidade da letra e do tema. Nosso caminho para o trabalho é o mesmo todos os dias; quase sempre é tudo igual. Em meio a essas trivialidades e cenas cotidianas, Paul confessa que só consegue pensar na pessoa amada. Ai, Paul!

4) Queenie Eye

Só Paul consegue falar da busca desenfreada pela fama usando como metáfora uma brincadeira infantil de adivinhar quem está com a bola. Rasgando geral, ele revela que nessa jornada doida ele descobriu que estava só – e somente ele poderia fazer algo por si. Corri para assistir logo em seguida o clipe da canção, que reúne artistas famosos do naipe de Meryl Streep, Jude Law, Kate Moss, Johnny Depp, Jeremy Irons e James Corden. Confere aí:

5) Early Days

Tinha que rolar uma nostalgia e uma referência aos Beatles, néan? Esse clima nostálgico é o que dá o tom da canção, inclusive. Boazinha de ouvir, combina para entrar na playlist “CORDEI, CADÊ CORAGEM PRA LEVANTAR” <3

6) New

Bem no meio do álbum, surge “New”. A música é boa e parece ser direcionada a John, alguém mais acha isso? Na letra Paul fala, em tom meio deboche meio explicação, que eles eram novos demais e não tinham nada a perder naquela época. “Nem olhe para mim” que eu não sei o que to fazendo direito, vamo só viver? Auhuehuaa

7) Appreciate

Não sei se é o que se pode chamar de “experimental”, mas essa faixa meio eletro-rock (existe isso?) parece diferente de todo o resto do álbum – pelo menos do que eu ouvi até agora dele. É boa por ser do Paul – nhaaaaaaa – mas talvez eu tenha que ouvir mais vezes para gostar. Não conquistou de cara, não.

8) Everybody out there

Curti muito! Essa é aquela para todo mundo endoidar no show, produção? Confere? E a frase “Do some good before you say goodbye” fala de algo que mexe muito comigo.

9) Hosanna

Que lindo, que delicadeza sem tamanho! Quem é a CIDADÃ que se nega a passar a noite em claro esperando a manhã chegar para cantar “hosana” ao nascer do sol? Com um convite feito dessa forma, nenhuma!

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10) I can bet

Que Paul ousado nessa música! Hahaha Arrasou! A canção tem uma “pegada” muito boa – com o perdão para o trocadilho…

11) Looking at her

Essa música é a versão McCartniana para a profunda “Ela não anda, ela desfila / Ela é top, capa de revista”! Hahahah A baladinha é bem boa e fala de uma moça que faz toda a multidão virar o pescoço quando ela passa. Achei fofa, achei poética, achei linda!

12) Road

Essa é uma música que começa OK e depois vai ficando melhor… até que para por completo por uns 25 segundos e parece que acabou. Fiquei naquela angústia de ver que ainda restavam mais 2min de música e OHMEUDEUSOQUEVAIACONTECER… até que entra um piano triste e um Paul cantando “…trying you see how much you mean to me, love”. Cortadores de pulso e galera da roedeira: PULEM ESSA FAIXA! Kkkkkkk

— x —

Bom, é isso!
Agora só me resta securar o disco até os tímpanos pedirem para eu parar. Gostei muito, muitão mesmo. Se até nos trabalhos mais “fracos” Paul já detona, imagina em um disco que no geral é todo bom?

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