Sobre o filme da Bruna Surfistinha

Depois de muito ouvir falar que Bruna Surfistinha era mediano, larguei meus caprichos e fui assistir ao filme. Sem preconceitos, sem pé atrás. Mas sem sem esperar nada além de Deborah Secco peladona na minha frente o tempo inteiro. Um tanto quanto boring, vamos combinar (Pelo menos pra mim).

Mas fui pega de surpresa: o filme tem sim uma história. Não era SOMENTE Deborah Secco pelada fazendo de tudo com vários caras.

Eis a história: Uma nerd se revolta com o mundo, resolve virar prostituta e acaba se “dando bem”, mas acaba ferrando com a própria vida por causa das drogas e das burradas que comete. Aí aparece um babaca que larga a esposa para casar com ela. E tudo isso com muita Debora Secco semi-nua, num corpitxo para marmanjo nenhum botar defeito.

Veja o trailer e confirme tudo que eu to dizendo.

A lição de moral é “maravilhosa”: sendo prostituta você lucra mais do que um médico ou advogado, mora num apartamento de luxo e frequenta as melhores festas. O filme faz questão de exibir as alianças dos cabras safados homens casados que saíam com a Surfistinha. E o filme faz em você uma lavagem cerebral, e você FICA SIM torcendo para o cara largar a esposa e ficar com Bruna. Onde vamos parar?

Poréeeem… Achei interessante o pioneirismo da garota em usar a Internet para promover seu negócio. É… Bruna (ou Raquel, whatever) saiu da nerdice, mas a nerdice não saiu dela. Confesso que ver os infinitos acessos e comentários no blog dela me fez vibrar na sala do cinema. E a história de fazer o ranking dos caras? Uma “puta” sacada, com o perdão para o trocadilho.

É um filme bacana. As músicas são boas. Além disso, sou fã da Drica Moraes, que sempre trabalha bem. Deborah Secco também foi ótima. Deixo para vocês, caros leitores, outros comentários sobre a atriz. Abs.

Nota: * * *

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5 Comments

  1. Sabe o que é melhor, Fernanda? Aconteceu de verdade. Uma garota que fez um blog anos atrás, quando eu ainda estava no colégio (eu lembro do sucesso que ele fez entre meus ‘coleguinhas’ de classe) e quando mídias sociais eram algo que as pessoas achavam ser bobagem… Enfim, quem nunca teve seu bloguinho/diário cheio de gifs fofos que atire a primeira pedra! E a Bruna/Raquel teve o seu, só que ela foi visionária e fez do dela sua fonte de renda… Ou a melhor propaganda do seu negócio quando quase ninguém fazia isso.

    Outra coisa que me deixou feliz com o filme – e com a Bruna/Raquel é uma certa “vingança dos nerds” que ela promove. Poxa, olha o bullying que ela sofreu! Ela, de certa forma, me lembra as Suicide Girls.

  2. Ela não era nerd! Só era desajeitada e antissocial. Sim, sim, normalmente os nerds são desajeitados e antissociais – eu que o diga – mas nem todo desajeitado e antissocial é nerd. Ora pois, que preconceito! rsrs

    Sorte aí com o blog/site/sejaláoqueissofor. Sou um nerd dinossauro, não me culpe por não saber.

    ;)

    1. Hahahha, Falconeri, que bom você por aqui! Então, não é (só) por ela ser desajeitada. Ela tinha umas outras características. E meu, ter o insight do blog foi master! hahaha
      Brigadão!
      ;)
      (Pra ficar contigo nas carinhas gays)

  3. ola, senhorita.
    tbm vi o filme e vou discordar um pouco de vc, pra apimentar o negócio aqui. rsrs…
    eu concordo com falconeri, a “bruna” não era nerd, ela era feia, desengonçada, tímida… mas nerd, não creio.
    outra coisa, a lição do filme não foi essa de que é mais fácil ser prostituta do que ter uma profissão, dígamos… normal! mostrou o lado bom e o ruim da coisa, a escolha é de cada um, como tudo na vida.
    o fato de focarem nas alianças, creio eu, foi totalmente planejado para mostrar a quantidade de homens casados que procuravam os serviços da surfistinha. e não deixa de ser verdade na vida real, certo?
    e eu não fiquei torcendo pro “hudson” ficar com ela, eu queria que ela ficasse com o bonitão lá que ela tinha dado cortesia. rsrs…
    no mais, achei o filme bem montado e crítico. acho que ajudaria mais se as pessoas tivessem mais conhecimento sobre o assunto, eu já tinha lido “american bar”, livro que me chocou um bocado em algumas partes.
    quanto ao uso da internet, foi quase o insight do mark zuckerberg, vai… maneiro demais, pra nós que trabalhamos na área. concordo aí com vc e com a sarah.
    e meus parabéns a deborah secco pela atuação, no começo do filme me senti vendo a série que ela fazia quando era pirralha. “confissões de adolescente”, se não me engano.
    e a trilha sonora tbm foi das boas! mas meu sonho ainda é que os filmes invistam mais em músicas brasileiras em suas trilhas. ;)

    keep on com as críticas, fê! estarei colada por aqui. ;*

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