Não sai da minha cabeça!

Todo mundo já passou pela experiência de estar com uma música na cabeça. E aí você sai cantarolando pelos 4 cantos do mundo. É assim que o negócio se torna contagioso: você passa o “vírus” para quem trabalha/estuda/convive com você.

E esse vírus tem uma característica interessante: em cerca de 96,4% dos casos, a música grudenta é uma que você não gosta, não escuta ou não faz o menor sentido para sua vida. Por algum motivo você e a música estavam ocupando o mesmo lugar no espaço e pronto. Ferrou. Ela vai te atormentar por algumas horas. Ou se você for como eu, dias.

Passar dias com a Fugidinha na cabeça. Quem curte? ¬¬

Agora Lenine, Cazuza, Beatles e outras coisitas más que eu gosto mesmo… Nunca. Nunquinha. Somente toda a sorte de músicas non-sense não arredam o pé da minha cabeça.

Juntando a maldição da música grudenta com as muitas horas diárias na Internet, o mais novo sucesso que eu não paro de cantar e ouvir é o Auto-Tune da entrevista dada por Charlie Sheen, o maluco ator que pirou o cabeção e tá vivendo de sex, drugs and rock ‘n roll.

:O

Sim, amigos. To com um Auto-Tune na cabeça. Mas vamos combinar: Ficou muito bem feito, tá? Okay?

Veja:

E aí? Pode confessar que você vai clicar em PLAY de novo!

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3 Comments

  1. Pior é quando a música é numa língua que você não domina e você fica só cantarolando o ritmo baixinho…

    Foda!

    ¬¬’

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