“WALLS”, de King of Leon, entra no TOP 5 de 2016

Saiu o disco novo do Kings of Leon, “WALLS”. Só pra adiantar o tempo de quem não quer ler esse post, É MUITO BOM E VALE A PENA VOCÊ FECHAR ESTE BLOG E CORRER PRA OUVIR! Certo? KkkkkkkkkMas agora te convido a vir comigo e passear por cada música do álbum :) Vem que vou te contar o que mais gostei em cada uma.

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‘Waste a moment’ foi liberada semanas antes e passei dias ouvindo mil vezes seguidas. Foi a melhor escolha pra ‘vender’ o disco. Tem um astral incrível, um refrão Super Bonder (chiclete é pouco) pra levantar o povo na turnê e uma bateria que eu queria MUITO saber fazer igual;

‘Reverend’ tem uma guitarra linda demais e um refrão incrível;

‘Around the World’ dá vontade de sair dançando. Sem mais;

‘Find me’ tem uma combinação de arranjo massa com letra boa e, de quebra, um baixo marcando presença (coisa que amo demais);

‘Over’ entra na cota das tristes-e-lindas e já quero versões dela acústicas;

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‘Muchacho’ tem uma história bonita de amizade escapando por cada linha, palavra, acorde e assobio. Posso visualizar uma dupla de amigos vaqueiros texanos enquanto a escuto. Linda!;

‘Conversation Piece’ mantém a vibe relax do disco com uma música sobre a Califórnia. Gosto de outras músicas com esse tema (de U2, Red Hot e outras) e faltava o Kings of Leon fazer também;

‘Eyes on you’ é uma música bem legal que sobe o astral do disco de novo, mas que não me arrebatou como as demais. Calma! Nenhum problema com a música, é que ninguém mandou o disco ser muito bom!;

‘Wild’ tem uma pegada interesse e já vai deixando saudade do disco, que infelizmente acaba na última e ÓTIMA…;

WALLS’, QUE É LINDA! Que letra, que verdade, que sentimento. Precisamos de uma cena final de filme com essa música U R G E N T E! <3

Obrigada, Kings of Leon! Discaço e, de longe, um dos 5 melhores do ano!

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Os desamores de Clarice Falcão em “Problema Meu”

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Adoro a proposta de “canções de desamor” – como gosto de chamar – de Clarice Falcão. As músicas tem, em sua maioria, temas de fossa e dor de cotovelo… só que com um clima muito alto astral e que te faz rir. “Problema meu”, seu novo CD, é um alívio cômico para suas ouvintes que protagonizaram (certeza!) essas histórias cotidianas como: esperar por alguém que nunca ligou (como na ótima “Vinheta”), não saber como terminar um relacionamento (situação comicamente narrada em “Como Vou Dizer Que Acabou”), rivalidade com outras mulheres (como em “Vagabunda” e “Deve Ter Sido Eu”) e até se ver com alguém por carência (“Escolhi Você”), dentre outras coisas.

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Ouço e lembro de cara de filmes como “(500) Dias com Ela“, cuja proposta é uma história de não-amor. O público é advertido de cara: AMIGUE, VOCÊ NÃO VAI ASSISTIR ALGO FOFINHO. Problema Meu começa com a ótima faixa “Irônico”, que já vai dizendo que o amor pelo rapaz não era verdadeiro. Trechos como “Eu gosto de você como quem gosta de alguém que já saiu do BBB” são ditos em um ritmo carnavalesco. A propósito, Clarice manda bem demais na musicalidade desse trabalho.

Ela encerra com uma música que leva seu nome, “Clarice”, um tapinha de luva de boxe nos críticos preciosistas de plantão da nova MPB que acham que o trabalho da moça é raso.

Sem mais blablabla, você pode ouvir o disco todinho no Spotify! Clica aqui!

Se você não usa Spotify (de besta!), corre aqui que já fizeram playlist com todas no Youtube!

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Vamos a um TOP5?

5: Marta (sobre ligações erradas que recebemos para alguém com telefone parecido com o nosso!)
4: Deve Ter sido Eu (muito boa e engraçada!)
3: Irônico (não à toa foi o single que ela lançou do trabalho. Bem boa!)
2. Banho de Piscina (achei fantástico a musicalidade meio brega-cabaret para falar sobre traição – quase uma ode a Reginaldo Rossi, hahaha)
1. Como Dizer Que Acabou (ri demais… somente!)

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John, Paul, George e Ringo free no iTunes

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Com o objetivo de divulgar os discos da carreira solo dos ex integrantes do Fab Four que foram masterizados para a plataforma, o iTunes disponibilizou no último dia 23 de setembro o EP intitulado “4: John Paul George Ringo” para download gratuito – por tempo limitado.

Abaixo, as músicas escolhidas para cada ex Beatle, seu álbum de origem e uma singela opinião da que vos escreve. Ah, tem videozinho de cada uma só pra dar o clima:

JOHN – “Love”
Disco: John Lennon/Plastic Ono Band (1970)

É a música que abre o disco. Baladinha meiga, piano suave, letra simples. O amor é simples e a escolha parece representar bem o rumo que John tomou após o fim dos Beatles nos anos 70. Eu, particularmente, não sou uma fã da carreira solo do rapaz, mas acho essa música fofa. :)

PAUL – “Call Me Back Again”
Disco: Venus and Mars (1975)

Uma escolha sensacional da fase de Paul pós-Beatles que acho que é minha preferida: os Wings. Adoro os vocais, as guitarras, os metais e a energia super boa dessa música. Curti muito a escolha!

GEORGE – “Let It Down
Disco: All Things Must Pass (1970)

Momento vinho e jantar a dois com essa música bem boa do George. “While you look so sweetly and divine, I can feel you here / I see your eyes are busy kissing mine...”. Ai, ai.

RINGO – Walk With You
Disco: Y Not (2010)

Ringo é, de todos os ex Beatles, o músico de carreira solo que menos me chama atenção. Ainda assim, fez boas músicas como esta escolhida para o EP, que eu nem conhecia e achei bem simpática.

As músicas masterizadas ficaram bem boas. Muuuuito obrigada, tia Apple, pelo presentinho.

iTuneiros, não percam a oportunidade, tá?

 

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De fã para fã: “Songs of Innocence” (2014) – U2

“Songs of Innocence”, novo disco do U2, é tão bom que se eu tivesse 15 segundos com Bono eu não pediria uma selfie ou um autógrafo; ia dizer o quanto eu gostei do trabalho. As músicas e letras justificam a longa espera pelo CD: desde “No Line On The Horizon” foram 5 anos de pausa – embora nossos corações tenham sido confortados com “Invisible” e “Ordinary Love”.

Lançado durante o evento de lançamento do iPhone 6, ficou disponível for free para Apple users: ao abrir o iTunes e procurar pelo disco, já encontrei o mesmo como se já tivesse sido baixado. Tudo que eu tive que fazer foi sincronizar com o iPhone e tchan: tava lá na minha pasta de músicas o álbum. Marketeiros do U2, parabéns!

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Como o título sugere, o disco evoca o passado de “inocência” da banda, falando de influências musicais e pessoas e amores que fizeram parte de suas vidas. Em carta aberta aos fãs, Bono prometeu para breve um novo trabalho chamado “Songs of Experience”. Isso provavelmente faz alusão a Songs of Innocence and Experience, obra mais notável do pintor e poeta inglês William Blake e que você lê na íntegra aqui.

Se mulher não envelhece, mas fica loira; banda não fica velha, fica nostálgica.

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A primeira das 11 músicas é uma homenagem aos Ramones, banda os integrantes do U2 ouviam em sua juventude. “The Miracle” vem cheia de energia como a música do disco (inclusive foi a faixa interpretada no lançamento do iPhone) e nela The Edge se esforça para dar um tom mais punk à canção, que fala do milagre que aconteceu quando Bono ouviu Joey Ramone (foto abaixo) pela primeira vez. A próxima é a simpática “Every Break Wave“, baladinha que tem a cara que os fãs da banda já conhecem bem e é daquelas músicas que tem tudo para entrar em listinhas do tipo ~acordando numa boa~.

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Em seguida sinos e vocais chamando incessantemente por Santa Barbara anunciam “California“, que muito me agrada e tem um refrão que vai ficar mais bonito quando for cantado pela multidão dos estádios. <3

Song for Someone” surge arrebatadora, uma das mais intimistas e emocionantes. Foi escrita para Ali, o amor da vida de Bono, mas eu vejo muito de Deus nela (coisa de cristão mesmo). A energia do disco e o tom para cima seguem com “Iris“, feita para a mãe de Bono, que ficou órfão dela aos 14, e “Volcano” (esta última já entrou na minha playlist de corrida, hein). “Raised by Wolves” tem uma das minhas letras preferidas do CD e talvez a faixa onde mais gosto da voz de Bono. Nela o U2 garante a cota de música política do álbum, tratando de uma história real que Bono presenciou em sua vizinhança na conflituosa Dublin: um carro bomba havia explodido perto de sua casa – e marcado para sempre sua história.

Cedarwood Road” tem aquele clima de música de estrada e talvez seja aquela com que menos criei laços afetivos, mas ainda assim uma boa música (U2, né galera?). Já a próxima é minha preferida: “Sleep like a Baby tonight“. Letra, cordas, poesia e melodia que me encantaram e o falsete da voz de Bono como se entoasse uma canção de ninar para alguém amado. Seria o Bono criança recebendo este mimo do pai? Talvez. (Momento ooooowwnwnn)

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This is where you can reach me now” é uma homenagem ao Clash. Me faz lembrar o U2 das antigas e gosto bastante – embora não seja das preferidas. O disco encerra com “The Troubles“, com a letra cheia de verdades e Bono encerrando seu sermão deste disco. É a cantora Lykke Li que canta o refrão de uma das mais fortes letras do disco: “You think it’s easier / To put your finger on the trouble / When the trouble is you”.

E a gente fica feliz e com vontade de dar replay (e replay e replay e replay e replay…)

U2, obrigada! :)

(PS: review escrito por fã é uma droga, né? Hahahaha)

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“Ghost Stories” (2014) – Coldplay

Pés na bunda costumam render boas criações. Da poesia à música e passando pelo cinema, chorar as pitangas lava a alma e dá um banho de inspiração ao artista. É por isso que o Chris Martin aproveitou a fossa do fim do casamento com a atriz de nome impronunciável e cuja escrita terei que Googlar, GWYNETH PALTROW, para lançar “Ghost Stories” (2014), o 6º álbum de estúdio da banda.

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Depois do colorido e feliz “Mylo Xyloto” (2011), temos um disco com a capa sombria e enigmática com músicas tristonhas, instrumentais etéreos (adorei esse adjetivo, desde que li há um tempo numa crítica uso bastante) e letras AINDA MAIS melosas (sim, porque Chris fica meloso na alegria e na tristeza… é um poço de doçura o rapaz). Entrei no clima e deixei para ouvir numa tarde de domingo no escuro do meu quarto… já pronta para derramar lágrimas e me jogar da primeira ponte na primeira música… mas não! O disco é romântico ao extremo SIM piegas SIM meloso SIM depressivo SIM mas nada que desperte tendências suicidas. Que povo exagerado! Mas vamos ao que interessa: a análise e notas de cada música.

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“Saudades alegria”

1) Always In My Head

Chris já chega mostrando toda sua psicopatia pela pessoa amada: em uma canção lentinha com o refrão de uma frase só, diz que não dorme, as memórias não vão embora e que a pessoa não sai de sua cabeça. A música termina do nada, assim como foi a notícia do rompimento dele com GwynWHATEVER.

“My body moves
Goes where I will
But though I try
My heart stays still

Numa escala de 0 a 10 Gwyneths #chatiadas, a nota é:

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2) Magic

Chris nos dá um susto de esperança: diz que acredita ainda na mágica do amor. A música tem um tom para cima e um refrão grudentinho. Do jeito que a multidão gosta para cantar junto no show, ê laiá! : ))

Chega que tem videoclipz:

Numa escala de 0 a 10 Gwyneths #chatiadas, a nota é:

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3) Ink

Chris, agora você me assustou. A música é maneira, tem um pique massa, e coisa e tal. Mas você me dizer que tatuou “juntos para sempre” com sua faquinha de bolso foi demais para minha sanidade. Bizonhice de lado, ele canta uma frase fofa de tumblr de adolescente: “te amo tanto que dói”. Own Martin, fikassinão! Vem aqui pra eu te dar um cafuné!

Numa escala de 0 a 10 Gwyneths #chatiadas, a nota é:

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4) True Love

Aqui Chris começa a voltar à deprê para a qual foi chamado. Implora que a mulher diga que o ama. E pede que, se não ama, minta para ele. E a gente é assim, né? Preferimos uma mentira que massageia a alma do que a verdade que esmaga nosso pâncreas. Só que saudável mesmo é a filosofia de “Close”. Chupa, Chris!

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Numa escala de 0 a 10 Gwyneths #chatiadas, a nota é:

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5) Midnight

Taí uma letra que se garantiu. Amo essa metáfora da luzinha acesa em meio à escuridão como símbolo de esperança. Me faz lembrar de “O Grande Gatsby” e a luz verde…

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Chega que tem clipe:


Numa escala de 0 a 10 Gwyneths #chatiadas, a nota é:

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6) Another’s Arms

Ok, vamos fazer o checklist dos elementos de pé na bunda encontrados até agora:

(x) minta para mim mas diga que me ama
(x) ainda tenho esperança
(x)  estou à espera de mágica/milagre
(x) psicopatia social e mental
( ) te procurei em outros braços e não te achei

Claro que faltava isso no disco! Agora não falta mais: “Another’s Arms” traz toda aquela coisa de estou fazendo algo banal como ver televisão e os braços que me envolvem não são os seus. Bonitinho, não fosse ordinário!

Numa escala de 0 a 10 Gwyneths #chatiadas, a nota é:

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7) Oceans

Amei “Oceans” por um motivo: ela não fala nada sobre oceanos na letra! Aí isso força a gente a entender a poesia e as subjetividades da letra, é uma coisa louca! Mas a letra me ganhou fácil com essa coisa de vamos nos encontrar faça chuva ou faça sol.  Babaquinha, né? Mas o amor só é bonito se for babaquinha! <3

Numa escala de 0 a 10 Gwyneths #chatiadas, a nota é:

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8) A Sky Full Of Stars

Eita, essa vai fazer a turma AHAZAR nas pistas, alguém duvida? Eu não o/ Aqui Chris já chutou o pau da barraca, esgotou a caixa de antidepressivos e resolveu sambar na Sapucaí mesmo em meio à tristeza. Um viva para ele e para esta que é a minha preferida do disco:

Numa escala de 0 a 10 Gwyneths #chatiadas, a nota é:

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9) O

A hidden track do álbum é o Chris voltando da balada e lembrando que continua longe da Gwyneth (sabia que ia aprender o nome da cidadã até o fim do post). A música é muito triste e, adivinhem!  A letra é linda, claro! Um viva ao pé na bunda que deixou o Chris poético. Linda! Fecha o disco fechando muito fechosamente!

And I always
Look up to the sky
Pray before the dawn
Cause they fly always
Sometimes they arrive
Sometimes they are gone
They fly on

Numa escala de 0 a 10 Gwyneths #chatiadas, a nota é:

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NEW – Paul McCartney (2013)

Demorei a ouvir “New”, o disco lançado pelo bochechudo mais amado de Liverpool em outubro deste ano. Resisti até o último minuto e não dei o play nem na música que dá nome ao álbum, cujo link foi mais compartilhado do que a performance de Lucy Alves no The Voice (ok, exagero… essa aí é imbatível nas timelines).

Me recusei, inclusive, a ler qualquer crítica antes desse momento – inclusive ainda não li, a fim de não ser em nada influenciada pela opinião profissional de quem manja demais. Tudo isso porque eu queria dar uma pausa na correria, deitar na minha cama munida de chocolates e ouvir a sequência das 12 músicas que compõem a obra.

Agora que o download do iTunes foi concluído, vou ouvir uma de cada vez e postar o que senti e experimentei em todas elas – prometo me esforçar para não deixar o lado fã falar tão alto…

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1) Save us

Puxa vida! É esse o Paul que há pouco lançou o jazzístico “Kisses in a Bottom”? As primeiras batidas da música já parecem querer falar para a gente é o disco de um novo Paul – embora o mesmo de sempre, com essa declaração apaixonada à mulher amada que é uma coisa!

2) Alligator

Primeira coisa sobre essa música: ela dá vontade de dançar. Segunda coisa: Paul, já pode me dar seu jacaré! Conversa sem futuro e “not too deep” é comigo mesmo! \o/ PS: é a música do disco feita para matar saudades dos Beatles, né? <3

3) On My Way to Work

Bonita, boa de ouvir! Gosto da simplicidade da letra e do tema. Nosso caminho para o trabalho é o mesmo todos os dias; quase sempre é tudo igual. Em meio a essas trivialidades e cenas cotidianas, Paul confessa que só consegue pensar na pessoa amada. Ai, Paul!

4) Queenie Eye

Só Paul consegue falar da busca desenfreada pela fama usando como metáfora uma brincadeira infantil de adivinhar quem está com a bola. Rasgando geral, ele revela que nessa jornada doida ele descobriu que estava só – e somente ele poderia fazer algo por si. Corri para assistir logo em seguida o clipe da canção, que reúne artistas famosos do naipe de Meryl Streep, Jude Law, Kate Moss, Johnny Depp, Jeremy Irons e James Corden. Confere aí:

5) Early Days

Tinha que rolar uma nostalgia e uma referência aos Beatles, néan? Esse clima nostálgico é o que dá o tom da canção, inclusive. Boazinha de ouvir, combina para entrar na playlist “CORDEI, CADÊ CORAGEM PRA LEVANTAR” <3

6) New

Bem no meio do álbum, surge “New”. A música é boa e parece ser direcionada a John, alguém mais acha isso? Na letra Paul fala, em tom meio deboche meio explicação, que eles eram novos demais e não tinham nada a perder naquela época. “Nem olhe para mim” que eu não sei o que to fazendo direito, vamo só viver? Auhuehuaa

7) Appreciate

Não sei se é o que se pode chamar de “experimental”, mas essa faixa meio eletro-rock (existe isso?) parece diferente de todo o resto do álbum – pelo menos do que eu ouvi até agora dele. É boa por ser do Paul – nhaaaaaaa – mas talvez eu tenha que ouvir mais vezes para gostar. Não conquistou de cara, não.

8) Everybody out there

Curti muito! Essa é aquela para todo mundo endoidar no show, produção? Confere? E a frase “Do some good before you say goodbye” fala de algo que mexe muito comigo.

9) Hosanna

Que lindo, que delicadeza sem tamanho! Quem é a CIDADÃ que se nega a passar a noite em claro esperando a manhã chegar para cantar “hosana” ao nascer do sol? Com um convite feito dessa forma, nenhuma!

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10) I can bet

Que Paul ousado nessa música! Hahaha Arrasou! A canção tem uma “pegada” muito boa – com o perdão para o trocadilho…

11) Looking at her

Essa música é a versão McCartniana para a profunda “Ela não anda, ela desfila / Ela é top, capa de revista”! Hahahah A baladinha é bem boa e fala de uma moça que faz toda a multidão virar o pescoço quando ela passa. Achei fofa, achei poética, achei linda!

12) Road

Essa é uma música que começa OK e depois vai ficando melhor… até que para por completo por uns 25 segundos e parece que acabou. Fiquei naquela angústia de ver que ainda restavam mais 2min de música e OHMEUDEUSOQUEVAIACONTECER… até que entra um piano triste e um Paul cantando “…trying you see how much you mean to me, love”. Cortadores de pulso e galera da roedeira: PULEM ESSA FAIXA! Kkkkkkk

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Bom, é isso!
Agora só me resta securar o disco até os tímpanos pedirem para eu parar. Gostei muito, muitão mesmo. Se até nos trabalhos mais “fracos” Paul já detona, imagina em um disco que no geral é todo bom?

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