Buarque-se café: poesia em todo canto

Hey, amigos! Tava com saudade de postar no blog e saudade de falar de lugarzinhos <3

Moro em João Pessoa e às vezes pinta por aqui uma novidade legal com uma proposta diferente, e o Buarque-se Café é uma delas. Fui lá com uma amiga pra um café de fim de tarde e fiquei surpresa. Já esperava algo único, mas ainda assim a experiência foi diferente do que imaginei… Vou contando e mostrando as fotos no meio do post!

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Para começar, o café fica numa casa em Intermares (Cabedelo, grande João Pessoa). Lugarzinho escondido, longe do burburinho do bairro (concentrado na orla). Na verdade, o Buarque-se é uma grande casa – sim ,você tem que apertar a campainha para entrar, e isso já torna o clima mais pessoal.

 

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> Curtindo as fotos? Segue meu instagram: @fernandices

O pessoal que atendeu foi prestativo do começo ao fim, da explicação do menu até oferecer para tirar fotos minhas. O cardápio é variado e deu vontade de voltar mil vezes pra provar tudo. Eles tem uma carta de chás maravilhosa que foi a grande deixa pro meu retorno <3

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Cada cômodo da casa é um cantinho de arte. Em todo canto no Buarque-se tem livros, exposições e todas as peças e quadros lá estão à venda. Essa foto aí de cima é da salinha de artesanato. Soube que estão organizando uma biblioteca, com direito a empréstimo de livros e tudo. Fui andando por entre os corredores sozinha, tentando registrar tudo enquanto ouvia – adivinha! – Chico cantando que “todo dia ela faz tudo sempre igual”. Uma experiência!

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A comida veio com apresentação muito boa e adorei o meu pedido: quiche de queijo do reino e torta de beijinho com leite ninho. Foi, me permiti! Não tinha como! :D

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Sem mais conversa, fiquem com o restinho das fotos do Buarque-se Café, uma dica não patrocinada de uma experiência verdadeiramente legal. Soube que toda sexta tem algum evento cultural lá: sarau de poesia, lançamento de livro, música ao vivo e essas coisas que a gente ama. Volto muito em breve!

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Curtindo o ócio em Buenos Aires: o que o turista com tempo de sobra pode fazer

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Passei 12 dias em Buenos Aires e deu pra conhecer muito do lado turistão (ainda teve coisa que deixei pra segunda visita de propósito) e ter momentos de, digamos, “ócio“! jejeje. As aspas são necessárias porque não tem condições de ficar parado nessa cidade, gente! Muito amor por lá! Este post é especial pra quem tá indo pra Baires com tempo de sobra (como tempo de sobra entenda mais de 7 dias por lá), o que eu recomendo muito, inclusive. Bora lá?

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Comendo em Buenos Aires: o que o turista brasileiro vai encontrar

Choripan, parrilla, empanadas, medialunas, desayunos, cubiertos: ê saudade da comida de Buenos Aires! Há quem ame e odeie e eu faço parte do primeiro time (mesmo tendo sentido falta de feijão após 12 dias na cidade). Caros, então aqui estão 12 fatos sobre a alimentação portenha e quais são os costumes principais relacionados a COMER, isso que a gente aqui no Brasil AMA fazer – e faz muito bem!

1) Os desayunos

A vida começa um pouco mais tarde em Buenos, então é comum tomar café depois das 10h. Você encontra nas cafeterias os kits de desayuno que normalmente vem com café, suco de laranja e duas ou três medialunas. Claro, tem uns mais tchan, mas no geralzão é isso aê. Preço pode variar entre 50 a 130 pesos, do cafecito mais simples até o Café Tortoni.

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2) Medialunas & empanadas

Medialunas são tipo croissants doces, às vezes servidos com doce de leite. Lá isso é tão comum que vende até no McDonalds! Já não posso falar algo de empanada porque não comi! Absurdo, né? 12 dias lá e nenhuma empanadinha pra contar história. É que achei tão parecida com pastel, visualmente falando, que acabei deixando pra depois, depois, depois e… passou. Na próxima não deixo de provar. ;)

>> Leia: 10 coisas sobre Buenos Aires que eu constatei ou desmistifiquei na prática


3) Parrillas e parrilladas

Parrillas são as carnes e parrillada é tipo: muitas carnes, hahaha. Normalmente é quando são servidos vários tipos de carne com guarnições e coisa e tal. As carnes vem sempre ao ponto (até meio mal passadas) e geralmente você pede papa frita ou ensalada de acompanhamento. O sal vem junto porque eles usam pouco no preparo, então prepara pra salgar a gosto. Basicamente, bife de chorizo é contra-filé e bife de cuadril é picanha. Ao menos em todo lugar que fui, era MUITO BEM SERVIDO.

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4) Cubiertos

A gente tem o costume de pagar os 10%, confere? Lá a maioria dos restaurantes cobra os cubiertos, que é um preço que cada empresa estipula para… OS TALHERES que você usa! Hahaha o valor dos cubiertos girava entre 12 e 25 pesos nos lugares onde fui. E o bizarro vem agora: havia lugares que não cobravam cubiertos e, em alguns deles, os talheres eram descartáveis! Hahaha makes sense, makes a lot of sense.

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5) Sugo de naranja y churros en las plazas y calles.

Mais tradicional que paixão pelo Maradona é sentar numa praça pra comer churros de dulce de leche e suco de laranja. Outra coisa é que portenho tem um caso de amor com suco de laranja, sério. Na rua, nas praças, nas feiras; em tudo que é lugar vai ter um tio fazendo suco de laranja na hora pra vender.

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6) Sorvetes

Os sorvetes de lá são tudo isso que dizem e mais um pouco. Freddo é realmente bom, mas Abuela Goye ganha. Provei na Volta também, e é bem bom mas não ganha dos concorrentes na minha opinião. Eu só tomei helado de dulce de leche em todas as vezes que pedi, ALOKA! hahaha Ainda bem que fui no verão, mas já soube que a turistada brasileira toma sorvete no inverno mesmo batendo o queixo de frio de tão bão que é.

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7) Menus em quadros negros na calçada

Amo, amo e amo isso de todos os restaurantes e pubs terem na calçada um quadro negro bem enfeitado com o prato do dia, preços e alguma info importante. <3 Você nem precisa ter o trabalho de entrar pra ver o menu, ter um susto com os preços e ir embora, por exemplo hahaha Também acho lindo mesinhas na calçada, é uma graça! Isso é bem comum em todos os bairros (pelo menos nos 10 bairros que eu conheci haha).

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8) Choripan

Choripan é, e aqui perdoem os hermanos essa explicação rasteira, um pão com linguiça! Mas é uma linguiça diferente. Se entendi bem é linguiça de chorizo – ou algo assim. Em um restaurante no Caminito comprei um por 60 pesos. No tiozinho que vende na rua em frente do Planetário (Recoleta), 60 pesos foi a conta total de um choripan com adicional de ovo (CHI-QUE), uma Pepsi e uma água. Adivinha o melhor? O do tio! Hahaha <3

>> Curtindo o ócio em Baires: o que o turista com tempo de sobra pode fazer

9) Pão, pão, muito pão

Como é que esse povo lá faz dieta, Jesus amadinho? Se tu pedes uma Coca, vem pão. Se tu pedes carne, vem com pão. Se pedes uma Quilmes, vem uma cesta de pães diferentes. Se tu perguntares as horas, capaz de vir um mini baguete! Haha.

10) Horários diferenciados

Como eu comia um desayuno tarde, lá pelas 11h, só sentia fome de almoço umas 16h. Antes disso eu beliscava sorvete, churros, tomava um suco de laranja, essas coisas que me fizeram engordar 3kg em 12 dias. Daí a pedida é parrilla com papas fritas, praticamente o mesmo do jantar (que normalmente é lá pelas 21h). A foto abaixo aí é de um desayuno do Café Tortoni. Note que veio tostados em vez de medialunas:

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11) Propinas

É cultural demais o lance da gorjeta pro garçom, você curtindo ou não o atendimento do lugar. Normalmente você “inteira” a conta com a propina (como é chamada a ‘gorjeta’) do cara, por exemplo: a conta dá $136 e você paga logo os $150. Ao menos eu fazia assim e todo mundo ficava feliz.

12) Água SALGADA

Juro, cara, a água é salgada! Antes de ir dá uma olhada na quantidade de sódio das águas do Brasil e compara com as de lá. A marca mais aceitável e que mais se assemelha à brasileira é a Eco de Los Andes, dá pra achar nos kioscos facilmente. :)

O que está faltando na lista?
Conte para mim nos comentários!

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10 coisas sobre Buenos Aires que constatei ou desmistifiquei na prática

Ouvi e li muita coisa sobre Buenos Aires antes de ir e, após minha estada de 12 dias na cidade, tenho total autoridade máxima outorgada pelos próprios portenhos para dissertar acerca dessas fatos. Com vocês, 10 coisas que dizem por aí e a verdade sobre todas elas!

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1) É perigoso pegar táxi sem a placa de rádio táxi.

Depende. Cara, você pode até priorizar os que tenham, mas na verdade não há treta em pegar um sem a placa. Todos os carros trazem na parte traseira do banco do motorista os dados e registro dele. Não dei azar de receber troco de nota falsa nem ser enganada por taxista, mas a recomendação é clara: se possível, pague com notas trocadas (de 50, 20 e 10 pesos), porque estas não são falsificadas e você não corre risco de o taxista dizer que você deu nota falsa sem ter dado. Já com as de 100 isso pode acontecer, mas não fica nessa paranoia! haha

>> Curtindo o ócio em Baires: o que o turista com tempo de sobra pode fazer

2) É uma cidade boa para andar.

Verdade demais! A cidade é plana, bonita demais e dá vontade de parar em toda esquina. A cada rua é uma descoberta e até se perder é uma delícia. Vai andando na fé sem medo de ser feliz e na volta toma um táxi pra voltar que dá baratinho. Ou bus/metrô se você for roots que nem eu!

3) Buenos Aires não compensa mais para compras.

Depende. Não fui a outlets de grandes marcas, mas vi lojas com preços bem parecidos com o Brasil e outras que vendiam peças bem baratas. Todomoda e Falabella são lojas que tem em quase todo quarteirão (falo sério!) e tem boas opções de presente pra você e pros outros! hihi

>> Veja minhas fotos da viagem no instagram na tag #fêembaires

4) É perigoso não trocar moeda no câmbio oficial.

Depende, mas é de boas. Imaginei, pelo que falavam, que o câmbio na Calle (rua) Florida era meio sinistrão, em lugares obscuros e tal. Nem é, tá? Tem umas figuras meio exóticas sim, mas outras com aparência confiável e aí vai do seu feeling. A troca é feita em uma das galerias da própria rua, nada sinistro. Fiz meu câmbio com o Lucas da Baires Tur, recomendo demais, fala com o rapaz aqui. Dica: ele também vai te ajudar a escolher shows de tango que combinem mais com seu estilo, mostrar opções de passeio e city tour e etc.

Por falar na Calle Florida, a propósito, não vai ter maluco batendo sua carteira assim na louca não. Isso rola sim, mas com brasileiro desatento. Nem fique na paranóia de dinheiro dentro do sutiã e nem fique desligado deixando o celular na mesa. E isso vale pra qual-quer-lu-gar-do-mun-do, dale?

5) Em Buenos Aires se come bem pagando pouco.

Verdade. Óooobvio que tem os lugares pega-turista, mas no geral você pede bons vinhos, boas carnes e boas comidas com um preço bem bueno (considerando uma cotação média de R$1 = $4,5).

>> Leia meu post: “Comendo em Buenos Aires: o que o turista brasileiro vai encontrar”

6) O atendimento dos bares e restaurantes é ruim.

Mentira, só é diferente. As coisas funcionam mais lentamente e de um jeito diferente do brasileiro (ô comandante, capitão, tio, brother, camarada, chefia, valentão, desce mais uma rodada), mas no geral os garçons são educados e alguns até sorriem pra gente, haha. O que não pode é ir esperando encontrar em OUTRO PAÍS o atendimento do bar da esquina da sua casa, que você chega falando alto, chamando o dono do lugar de “viado” e botando o pé na mesa, né?

7) Argentinos não acham brasileiras bonitas.

Mentira demais. De fato as argentinas são magras e nós brasileiras fugimos desse padrão. Sempre ouvia que as brasileiras não faziam sucesso entre os argentinos, e isso é mentira das mais graves. Até mesmo por experiências que ouvi no hostel de outras brasileiras, vi que é muito pelo contrário…

8) R$ 150 por dia é suficiente pra ficar lá super de boas.

Depende, viu? Até dá pra ser se você der uma economizada legal, andar só de ônibus, fazer somente uma ou outra refeição mais bacaninha. Recomendo no mínimo uns R$ 200 pra você ficar mais sossegado. Isso porque fui sozinha, néan? Se tu viaja a dois, por exemplo, despesas de transporte e comida podem ser rachadas e acaba saindo mais em conta.

9) O alfajor Havanna não é o melhor.

Verdade. Sem dúvida nenhuma o Jorgito ganha em disparada e é bem mais barato: custa de 6 a 7 pesos contra 15 pesos do Havanna. É gostoso o Havanna? Sí, pero tiene más marketing que todo.

10) A cidade vai te apaixonar.

Mais verdade impossível. E se tu não gostar é por uma das 3 razões:

a) porque é do tipo de brasileiro chatão que só vai pra comprar na Calle Florida;
b) intriga besta por algum motivo do futebol que você nem sabe o que é;
c) porque só foi ao Señor Tango e ao Siga La Vaca.;

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Miss Caffè: boa cafeteria no Centro de JP

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Se café é bom, imagina em uma cafeteria bonita, barata e em pleno Centro da cidade?

 

Adoro descobrir lugares novos e charmosos na minha cidade linda (e em outras também, hihi). E quando é assim, pertinho do trabalho, melhor! <3

Em pleno Centro de João Pessoa – ali pertinho da Praça da Independência – fica o Miss Caffè. O lugar faz o maior estilo cafeteria parisiense com mesinhas na calçada, haha e, embora elas não fiquem beeeem na calçada, valeu a tentativa!

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O lugar é pequeno e aconchegante, com uma decor arrumadinha e charmosa (mas nada extravagante nem com muitas coisas, tá?) e tem um atendimento bacana. Ah, tem wifi pra você postar rapidinho a foto do seu café no instagram! :}

Já tinha almoçado e pedi um café especial de Nutella (R$8,90) que veio doce na medida certa e o tamanho é generoso. O brownie (R$5) foi sugestão da garçonete e surpreendeu: quentinho, com um recheio chocolate branco e nutella. E bora combinar que o preço tá sensacional, né?

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Lá também vende saladas, salgados, cafés gelados e sobremesas – tudo nesse precinho amigável. Tô aceitando convites para voltar lá e provar tudo, vamos todo mundo?

Beijos,

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15 coisas sobre Salvador que os blogs não dizem

No voo de volta para João Pessoa, que dura apenas 1h15, escrevi 15 fatos sobre aspectos diversos de Salvador (Bahia) após passar 3 dias na cidade. Muitas dessas coisas eu gostaria de ter lido antes em blogs e sites que falam sobre viagens – mas tive que descobrir com nativos, taxistas bróders e pela própria experiência no lugar. Confira:

1) Pombos.
Salvador é o recanto dessas criaturas que resultaram do cruzamento de galinhas e urubus com alguma mutação gênica alienígena que as fizeram ter olhos vermelhos. SOCORRO, porque eu tenho PA-VOR dessas aves cretinas.

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2) Periguete.
Indo na contramão de todo o País, na capital baiana periguete quer dizer “cerveja pequena”. Então ao ler as placas no Pelourinho, não estranhe!

3) Mercado Modelo.
Na boa: não tem nada de mais. É um lugar onde vende artesanato e todas aquelas coisas parecidas que se diferenciam pelo nome da cidade que foi bordado. E tem muitos pombos, broder. Claro, pode ser uma boa passar por lá SE você curte artesanato e SE foi visitar o Pelourinho… porque aí fica bem pertinho e rola dar uma passada.

4) Homem bizarro vestido de lixo.
É fácil encontrar no Pelourinho uma figura excêntrica que se veste de uma “armadura” feita de materiais diversos (mais conhecido como lixo) e assim vive há 38 anos. Não há registros de quem tenha visto o rosto do cidadão. Quando estive lá estava rolando uma matéria da Band sobre o rapaz e eu e meus amigos foram entrevistados, haha:

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5) Fitinhas do Bonfim “de graça”.
Vendedores tentam empurrar “de graça” fitinhas do Bonfim (as coloridinhas) em você. Alguns dizem que servem para identificar quem é turista (daí imagine todo o resto). Outros dizem que é pretexto para empurrar os produtos e vender na marra. Bom, seja para não comprar por impulso ou evitar ser seqüestrado por vendedores de rins congelados, não aceite.

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6) Bares não tocam só axé.
Achei que toda a galera de lá vivia em uma eterna micareta, mas não é assim. Tem forró, música eletrônica e todo o resto na night baiana.

7) Daniela Mercury.
Muitos baianos ODEIAM a cantora. Motivos: a acham arrogante e prepotente. Por outro lado, são fãs de Carlinhos Brown pelo trabalho artístico e pela ajuda comunitária que presta à cidade.

8) Praia do Flamengo.
Todos os blogs por aí recomendam a Praia do Flamengo. Digo a vocês: fica longe para caramba e não é nem de longe uma praia sensacional. Vá se tiver com muito tempo sobrando.

9) Pôr do sol na Praia da Barra.
É um passeio que vale muito a pena. Chegue umas 16h, dê voltinha na praia, tome um banho de mar revigorante vendo o sol se pôr, faça um lanche nas lanchonetes próximas, e veja muita gente e muito turista passeando por lá. Ambiente massa mesmo! Ó que foto linda consegui tirar:

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10) Perigoso? Nem tanto.
Me alertaram muito sobre o perigo da cidade (lá tem muitas favelas, aproximadamente uma para cada bairro), mas não tive problemas. Tirava foto dos lugares com câmeras e celular e foi tranquilo. Vi muita polícia na cidade e graças a Deus tudo correu bem. Claro que, como em todo lugar, não pode dar vacilo…

11) Vento.
Não sei por que raios geográficos o vento é muito forte em Salvador – de dia e de noite. Isso faz com que as ondas sejam bem agitadas e o mar bem forte em muitas praias. As fotos saem assim, bem L’Oreal Paris! hahaha. Mulheres
(porque sentimos mais frio), é legal levar casacos levinhos :)

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12) Transporte público.

Achei muito fácil e tranquilo andar de busão em Salvador. As linhas param nos locais turísticos (ou bem próximos a eles). Sem falar que andando de ônibus você conhece locais “menos turísticos” da cidade e acaba fazendo boas descobertas. E também você adquire uma certa noção de localização e espaço (talvez por precisar estar mais atento do que se estivesse dentro de um táxi). Mas fique atento: às vezes compensa mais pegar um táxi, que nem é tão caro por lá.

13) Rio Vermelho alternativo.
Só tive a chance de conhecer a noite do bairro Rio Vermelho e lá tem muita opção de bar e balada com uma vibe bem alternativa. Soube de opções diferentes e com outro perfil (talvez mais elitizado) na Praia da Barra e por trás do Barra Shopping, mas não fui conhecer). No Rio Vermelho tem o acarajé mais famoso da cidade, o Acarajé da Dinha. Um taxista legal nos contou (só depois, aff) que este só tem preço alto e fama, mas não é o mais gostoso da Bahia nem de longe. Preço: R$ 7,50 (com camarão e no prato)

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14) Corredores de rua.
Muita gente corre e corre na rua, no meio dos carros, etc. Como corredora, senti falta de mais espaço bom na orla para correr como temos em João Pessoa e como vi em outras cidades do nordeste (Maceió e Natal, por exemplo).

15) Elevador Lacerda
Ouvia falar tanto desse danado e olha: foi uma decepção. É um elevador normal (tipo o do seu prédio, sem vista panorâmica nem nada) e a famosa subida dura 30 segundos. Ele é literalmente um meio de transporte do Pelourinho pro Mercado Modelo e vice versa. Mas não se reprima: o ingresso custa o valor simbólico de 15 cents. Então vá, mas não espere uma atração turística, não.

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